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lunes, 14 de septiembre de 2009

Bobre - Berimbau Afro-Malgache





Le “Bobr” (Bobre)
Autre Nom : “Bob”- “Sonbrér”.Autrefois, surtout utilisé par les conteurs, il est aujourd’hui dans le Maloya , Maloya-Musica y danza de Islas Reunión al son del bobre (Berimbau) , la voix de cet esclave qui murmure sa complainte. "
- Famille : Cordophone (Arc musical)- Origine : Afro-Malgache- Matériaux : L’arc est réalisé dans un bois dur et souple (Zavoka marron, bwa d’liane etc...) le résonateur est quant à lui, réalisé avec une calebasse.- Technique de jeu : Le musicien joue debout. Il maintient l’Arc d’une main (au dessus du résonateur) et frappe la corde de l’autre à l’aide d’une fine baguette appelée “Batavek”, cette main tient également un petit Hochet avec manche appelé “Kaskavèl”, “Kavia” ou “Kavir”. Le musicien effectue des variations de son en ouvrant ou fermant le résonateur (en appuyant l’ouverture de la calebasse sur le ventre), et en jouant avec la vibration de la corde à l’aide d’un doigt, d’un petit caillou ou d’une pièce métallique tenue par la main qui porte l’Arc. D’autres sons peuvent être obtenus en frappant le bois de l’arc ou le résonateur, avec le “batavèk”.- Dimension : (Modèle présenté) : Hauteur 150 cm.- Accessoires : “Batavèk” (baguette) - “Kaskavèl” (Hochet) - “Tigalé” (petite pierre ou piéce de monnaie).
BOBRE ,otra cita: Página 222 The 'bobre,' which is a musical bow, is generally found everywhere - not only in the western Indian Ocean (where it goes by the Swahili name ...

Madagascar ,Aculturación Indonesia,Malaya,Arabe-Swahili

En 1500, dos años después que Vasco de Gama, el capitán portugués Diego Dias descubrió por azar la isla de Madagascar que, al parecer, había sido desconocida por Europa. Hasta comienzos del siglo XVII no establecieron los portugueses algunos puestos temporalmente. Los franceses trataron de establecerse en torno a Port-Dauphin en el tercer cuarto de dicho siglo; pero más tarde abandonaron el lugar y en él se asentaron algunos piratas expulsados de las Antillas (1687-1724). La isla de Madagascar, poco poblada, albergaba elementos de origen indonesio -cuya lengua emparentada con el malayo, acabó por imponerse- y africano, algunos de ellos arabizados, los swahilíes.
http://64.233.183.104/search?q=cache:gqcuf48QkVIJ:www.artehistoria.jcyl.es/historia/contextos/2179.htm+esclavitud+madagascar&hl=es&ct=clnk&cd=10&gl=es

Comercio India-Costa Swahili-Océano Indico

LIBRO: Fuente extraviada (sorry)
...................No que a este pequeno artigo diz respeito, apenas me interessou reflectir sobre as «conexões imperiais» e saber se as dinâmicas sociais, políticas e económicas ocorridas em Moçambique, na Índia e no Brasil, poderiam ser impedidas pela centralidade do Império e pelas funções de administração da coroa, nos finais do século XVIII.

1. Vínculos de Moçambique ao espaço Índico setecentista.
Em Moçambique setecentista, o comércio e grande parte da vida económica esteve sob o domínio de uma minoria indiana oriunda do Guzerate[5].
Pelo menos desde 1686 - data em que o monopólio das viagens comerciais para a costa oriental africana passou da mão dos capitães das «praças do Norte» da Índia, para a dos comerciantes hindus e jainas, vulgarmente chamados de baneanes, a maioria residente em Damão e Diu -, foi manifestamente evidente a vitalidade da sua presença económica e social, em diversos domínios da economia moçambicana.
Do monopólio das viagens ao monopólio da actividade comercial na costa oriental africana, foi um pequeno passo. A coroa ainda tentou opor-se, mas, no fim de contas, sem grande sucesso. Com muito esforço e persuasão de vários governadores e vice-reis junto dos comerciantes reinóis que ainda possuíam alguma capacidade económica, gastos oito anos em consultas, reuniões e troca de correspondência entre Lisboa e Goa, o vice-rei D. Pedro António de Noronha de Albuquerque, lá conseguiu constituir uma Companhia de Comércio para os domínios ultramarinos do oriente, em 1694. O modelo queria-se inglês ou holandês, mas, ao contrário das suas congéneres, o consórcio não durou nem meia dúzia de anos. Quem leu a documentação sobre a constituição desta sociedade comercial e conhece a situação política e económica do Estado da Índia, facilmente conclui que a empresa estava destinada ao fracasso porque era notória a «falta de entusiasmo» dos comerciantes portugueses e porque os territórios de Macau e Timor recusaram-se a nela participar, o que restringiu imenso o âmbito da sua actuação.
http://www2.iict.pt/index.php?idc=102&idi=12905